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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Quem está por trás da independência catalã?


 
 
 
Senhores: é um plano do Clube Bilderberg estimular a independência do país Basco e da Catalunha. Separatismo é uma velha tática da NOM para criar o governo mundial enfraquecendo estados nacionais e levando ao nascimento de paisecos que não terão poder algum, dada sua pequenez, ante o grande irmão globalista.  A idéia de Catalunha é farsa pois não se funda em nada que já tenha existido; no passado a Catalunha era o reino de Aragão, cuja capital era Zaragoza e não Barcelona. Aragão era um reino cristão mas os independentistas catalães, que preconizam uma Catalunha livre, querem um país fundado na tradição anarquista e comunista, tradição que nada tem a ver com as raízes aragonesas da região, nascida na  época de Franco e da Guerra Civil Espanhola e não na cultura cristã aragonesa.
 
Cabe lembrar que na obra "A verdadeira história do Clube Bilderberg", de Daniel Estulin, nas páginas 35-36, vemos como é um modus operandi dos globalistas estimular movimentos separatistas:
 
"Em  relação  à  Kosovo,  os  membros  do  Clube  Bilderberg decidiram  a formação de um Estado albanês independente e o desmembramento da Yugoslavia  (com a entrega de sua província mais setentrional a Hungria) para criar um novo mapa  que  assegurasse  a  continuidade  do  conflito.  A  reconstrução,  valorada  em  bilhões de dólares, correria a cargo dos impostos ocidentais...Planejou-se a divisão do Canadá para 1997, mas a inesperada investigação do  periódico  Toronto  Star,  o  rotativo  mais  importante  do  Canadá,  durante  o encontro de 1996 no King City, obrigou aos globalizadores a pospor seu plano para o futuro."
 
 
 
 
No topo destas organizações globais temos a maçonaria; o que traremos abaixo não deixa dúvida quanto as forças que estão agindo nos bastidores pela formação da Catalunha:
 
 
 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Paulo Leitão assume que é comunista!









Como suspeitávamos o sr. Paulo Leitão, que se faz passar por um apologeta católico que combate os erros protestantes enquanto atrai a confiança de fiéis e até de bispos tradicionais como Sua excia. Dom Rifan, que chegou a endossar a obra "Salve Roma" de Leitão, é mesmo comunista. A prova cabal se encontra abaixo: 




Quem apoia Fidel endossa o comunismo. Não resta mais escapatória: Leitão compartilha - ele mesmo é quem diz - com a ideologia e os feitos de Castro. É um comunista. Resta pedir às autoridades que o excomunguem. 

Além de endossar o petismo o sr. Leitão ainda se vale de um postulado iluminista, do filósofo Rousseau, afirmando ser a voz do povo a expressão da vontade divina, afastando-se do parecer da Igreja que deixa clara a sua rejeição ao democratismo, ou seja, a tese de que a lei deve provir da vontade coletiva. A lei e o governo segundo o parecer católico deve ser ater a lei eterna. O povo pode escolher um governante mas ele deve governar segundo a lei eterna e não segundo a vontade instável da coletividade. 


A tática sorrateira de Leitão consiste em apresentar-se como um converso, um ex-protestante que, ao mesmo tempo que fornece refutação das teses  de Lutero, inocula respeito total à CNBB e sua linha sociologizante e à tese de que há uma Teologia da Libertação "boa e legítima", levando pouco a pouco fiéis de orientação mais conservadora ou tradicional ealegitimar, na sua totalidade, a desastrosa corrente imanentizadora da pastoral que vige na Igreja do Brasil sob os auspícios da CNBB e das tese de um Leonardo Boff. 

O papel de agente do PT infiltrado na Igreja ficou evidenciado. Ao mesmo tempo que Leitão endossa o socialismo da CNBB, justifica a linha de Bergoglio que, logo no começo de seu pontificado, recebeu o MST e outros "movimentos sociais" revolucionários. 

Os fatos falam por si mesmos. Quem tiver olhos que veja. 

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Privatização da Casa da Moeda no Brasil e o poder judaico a espreita!






Sobre a desastrosa privatização da Casa da Moeda, passo inicial para que nosso Banco Central seja também, alguns pontos a serem considerados:

1- Casa da Moeda não é mera gráfica. Ela trabalha com heráldica e símbolos de segurança em documentos. Isso exige controle estatal para dar fé pública aos documentos e as notas. Uma empresa privada vai ser vigiada por que órgão? Como ela vai evitar que tais símbolos não sejam roubados e usados para emitir notas falsas e documentos falsos, dado que o controle externo será menor em razão de ser empresa privada, fora do controle direto do Estado?

2- A nova Casa da Moeda será uma empresa privada; se ela vai gerir a casa da Moeda ela tem existência jurídica, logo tem vontade própria e pode quebrar contrato de forma unilateral e, simplesmente, se recusar a fornecer moeda pelo preço contratado por considerar que não é mais um bom negócio. Em questão de um dia isso quebraria e pararia o país. Há várias empresas que fazem isso mesmo tendo contratado com o Estado! Lembram do caso em que as pessoas foram as agências da Caixa todas juntas para sacar o bolsa família pois achavam que ele ia acabar? Imagine uma situação onde a Casa quebra o contrato neste contexto! Os bancos ficariam sem papel moeda para garantir os depósitos. O risco público é imenso.

3- A ruptura do contrato seria julgado pela justiça mas a lide poderia se arrastar por anos. O prejuízo para o país seria enorme e imediato mas a correção da quebra de contrato seria incerta e, se viesse a se dar, tarde demais.

4- A nova casa da moeda privada vai até importar papel para fabricá-lo. Quer dizer que podíamos ser soberanos na fabricação de papel moeda mas nem isso somos. Quem vai gerar emprego fabricando papel é a Suécia. E tem quem comemore imaginando que isso vai ser bom para nossa economia e reduzir os gastos do Estado. Ora, isso vai, na verdade, aumentar os custos com fabricação de moeda: o ideal seria produzir aqui, gerar emprego e renda e baratear o preço final da produção monetária. 

5- Quem começou com a coisa de emissão privatizada de moeda pública foram os Rothschilds, banqueiros judeus que impuseram aos EUA e Inglaterra, Bancos Centrais privados a fim de que pudessem gerir o sistema financeiro mundial assegurando especulação, alavancamento e crédito ilimitado sem lastro. O passo seguinte será esse: exigir que o BC do Brasil seja privatizado. E um BC privado é péssimo pois o chefe de estado não tem muitos meios de interferir na política de juros. Os bancos que dominam os BC privados colocam suas políticas de reserva fracionada que consiste em expandir crédito sem lastro a fim de lucrar ilimitadamente; quem se ferra é o povo que tem de pagar a conta com altos impostos para pagar os juros cobrados para garantir depósitos.

6- Para entender isso é simples. Os bancos alavancam seus depósitos. Vamos partir da seguinte hipótese: para cada 10 mil reais depositado os bancos emprestam 40 mil. Mas de onde tiram os 30 mil reais que restam? Do dinheiro que fica parado, de modo que se você fosse resgatar agora estes trinta mil reais que estão lá parados, o Banco vai te pedir um prazo, pois ele não tem esse dinheiro na hora. Ele vai ter estes trinta mil reais um dia, se os juros dos 10 mil forem pagos. Se não forem quem garante esse dinheiro invisível é o Banco Central que é a instituição garantidora da confiança dos depósitos. Um BC privado pode ser usado para resgatar bancos desonestos que alavancam além dos limites e que especulam, deixando pessoas sem os depósitos. Foi isso que o FED fez nos EUA em 2008 com o Goldman e Sachs. UM BC público não pode fazer isso com tanta facilidade pois ele segue leis mais estritas.

7- O Brasil está a beira de ter seu sistema financeiro capturado pelos banqueiros judeus do FED. Apoiar a privatização da Casa da Moeda é apoiar o que virá depois; a privatização do nosso BC.

8- Existe um processo em curso no ocidente em termos de finanças. A desregulação geral e privatização dos sistemas financeiros é regra desde 1990. Bancos que antes eram apenas de depósito foram liberados para especular e investir em mercados futuros nos EUA na era Clinton e Bush sob pressão do FMI e de Alan Greenspan, presidente do FED dos EUA entre 1987 a 2006. A tendência do mundo financeiro é acabar com a tradicional distinção entre bancos de depósitos e bancos de investimentos. Para isso o que tem sido feito? Reduzir o papel financeiro do estado, por exemplo, de modo que leis que antes regulavam as atividades dos bancos foram suspensas nos EUA e em vários países Europeus nos últimos anos. O Brasil agora começa a enfrentar essa onda. O passo seguinte é privatizar o BC pois aí fica mais fácil desregularizar.

sábado, 19 de agosto de 2017

Os Orleanistas maçons na França de 1830, sua ajuda aos judeus e sua luta contra a Igreja



Luís Felipe de Orléans, rei da França de 1830 a 1848, promotor da franco-maçonaria e do liberalismo


O desconhecimento da história é uma das maldições que hoje se abatem sobre nosso país, notadamente entre aqueles que se alinham a chamada nova direita que se autodefine como conservadora mas que não sabe ao certo como e contra quem lutar para conservar certos valores. Esta mesma neo-direita que se define como defensora do papel da religião cristã na cultura, ao mesmo tempo que advoga elementos de liberalismo e até de monarquismo orleanista laico, é a soma de toda a ignorância histórica que nos acomete. 

Para entender o que está em jogo e contra quem lutamos - não somente contra comunistas mas também contra judeus, maçons e liberais - é preciso saber certos fatos faltantes na narrativa de charlatões e desinformantes como Olavo de Carvalho et caterva. 

Sobre isso cabe ressaltar os eventos de 1830 na França. O país, na época, era governado por Carlos X, rei que estava, aos poucos, restaurando os direitos da Igreja, direitos perdidos durante a revolução francesa. Em razão disso a maçonaria organizou o golpe orleanista que elevou Luís Felipe de Orleans, filho do duque Louis-Philippe d´Orléans( Philippe Egalité) que fora grão mestre maçom e que atuou como secretário do Clube dos Jacobinos durante a revolução. Philippe Egalité foi o mentor da execução de Luís 16.

Sobre a revolução liberal de 1830 foram apenas três dias - 26 a 28 de julho de 1830 -  o que as forças orleanistas precisaram para tomar o poder e estabeleceram uma nova monarquia, cheia de liberais. Um maçom da loja dos Trinosofes, Dupin, disse na época que "não creiais que três dias tenha feito tudo. Se a revolução foi tão súbita é por que ela já havia sido preparada. Assim pudemos substituir a velha ordem por uma nova ordem completa imediatamente sem necessidade de transição. Tudo já estava planejado". Dali de Paris um novo movimento anti-católico e anti-social se espalhou pela Europa, clamando pela instalação do liberalismo em todo o continente. A Monarquia de Julho vai financiar rebeliões liberais na Itália em Ancona, na Espanha e em Portugal, e até nos Estados Papais em Roma através do Memorandum. 

O que nos interessa nisso tudo é ressaltar que, na França de antanho, um dos primeiros atos da Monarquia de Luís Felipe foi dar aos judeus total liberdade. O artigo VII da Carta de 1830 igualizará as religiões. Ela previa emolumentos - ajuda financeira - ao culto católico mas, também, ao culto protestante e ao culto judaico! Os rabinos foram inscritos no orçamento, mesmo o judaísmo sendo uma religião absolutamente minoritária na França de então!

O rabino Atruc na obra "Entretiens sur le judaisme son dogme et sa morale" agradecia a Monarquia orleanista nestes termos: "Nossos templos não são mais escondidos e agora nós podemos adorar livremente o Deus da Liberdade Universal( O "deus" da maçonaria, da liberdade revolucionária, o Ain Sof)". 

A solicitação foi feita em 7 de agosto de 1830 pelo franco-maçom Viennet que exigiu a inscrição dos rabinos no orçamento público. Mérilhon, franco-maçom carbonário, ministro dos cultos impôs que os emolumentos dos rabinos fosse duas vezes mais elevados que os dos padres católicos. Um rabino recebia 2015 francos em média. Os padres recebiam em média 1200 francos. Os pastores protestantes recebiam 1900 francos. Uma guerra surda era feita aos católicos. No governo de Napoleão não se reconhecia mais a origem divina da Igreja Católica. No de Luís Felipe um passo mais radical é dado: já não se reconhece sequer a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, na medida em que o governo concede favores aos judeus, que negam o caráter divino de Cristo. 

Logo depois Luís Felipe pôs nas finanças da França vários economistas liberais - alguns deles judeus - que faziam questão de impor a teoria de Adam Smith de que o trabalho é apenas uma mercadoria. Muitos patrões a adotaram pois não pensavam senão em fazer fortuna. A exploração dos operários aumentou e duas tendências se delinearam: de um lado os liberais excitavam os trabalhadores a esquecer dos ensinamentos religiosos que ressaltam a necessidade de buscar a felicidade na vida eterna, fazendo-os crer que através do empenho se chegaria a uma era de prosperidade e progresso, trazendo assim o nascimento de uma corrente anti-clerical no operariado e um culto do trabalho, o que afastou muitos da prática religiosa e da frequência aos sacramentos; por outro lado a exploração do operariado, tendo aumentando, trouxe o crescimento de movimentos socialistas entre os trabalhadores, já dispostos a assumir as teses igualitaristas e anti-religiosas dos comunistas, dado que os liberais já haviam destroçado a religiosidade dos pobres operários e excitado seu desejo por riquezas. Neste período orleanista vemos greves e mais greves, motins e desordens provocadas pelo nascente movimento operário. A luta de classes se instalava na França em decorrência da doutrina liberal dos economistas do governo.

Todavia, na era de Carlos X, rei católico que antecedeu Luís Felipe, por quinze anos reinou a harmonia entre patrões e empregados. Não houve nenhuma grande greve nesta época dado que Carlos X impediu a aplicação da teoria liberal do trabalho como mercadoria - o que reduzia as condições de vida material dos operários. Le Play observa sobre esta época que "na maior parte das oficinas e indústrias de Paris, entre patrões e operários, reinava uma harmonia comparável a que eu vi nas minas, fábricas e fazendas de Hanôver, paz que na Inglaterra inexistia por completo". 

As conclusões que ficam são: 

1- O liberalismo é uma arma usada para promover a liberdade dos judeus e para destroçar a Igreja.
2- A franco-maçonaria é um organismo que trabalha para o poder judaico. 
3- O liberalismo não só destrói o espírito religioso dos trabalhadores como cria as condições para o crescimento do socialismo. 


Philippe de Orleáns e Bragança, descendente de Pedro II, imperador do Brasil e membro do movimento monárquico brasileiro, ele hoje representa a ala orleanista do monarquismo brasileiro, postulando liberalismo econômico radical e laicidade radical. Philippe hoje está associado a Olavo de Carvalho no projeto "Brasil paralelo".

Evidentemente os senhores não verão a canalha da nova direita falando dessa realidade. Para seu guru os católicos devem aliar-se à maçonaria contra a esquerda comunista, deve haver uma síntese entre maçonaria e cristianismo para salvar a civilização, uma monarquia fundada em orleanismo é o que o Brasil precisa para sair do abismo e, claro: os judeus não tem culpa de nada, nem estão por trás de nada, assim como o liberalismo econômico está em  conformidade com a fé católica. 

A nova direita é uma farsa. Acordem. Só o catolicismo pode salvar a civilização. 

Bibliografia: 

Delassus, Henri. A conjuração anticristã. Editora Castela, 2 edição, 2016. ( Com Imprimatur  e Nihil Obstat do Cardeal A. Massart em 12 de novembro de 1910, ano da edição original) 

Le Play. La reforme en Europe et le Salut en France. Alfred Mame et Fils, Libraire Editeurs, Paris, 1872. 

Rémond, Réne. Le XIX Siécle. Editions du Seuil, Paris, 1974. 



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Papolatria ou devoção ao papa?



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Francisco recebe dupla gay no Vaticano. Grassi e Bagus se sentiram apoiados pelo papa como vemos aqui: https://cdn3.uvnimg.com/dims4/default/a367c22/2147483647/thumbnail/400x225/quality/75/?url=https%3A%2F%2Fcdn2.uvnimg.com%2F73%2F2a%2F5d90f5d3450389d2b006d33fc3b3%2F79cf1c7e88364eef9b163461b6cd6338 







Sabe-se que perante o desastroso pontificado de Francisco - um dos piores papas da história que pode ser alinhado junto com os mais encarniçados inimigos de Cristo e da Igreja - há muitos católicos que vem caindo na esparrela de um falso devocionismo ao papa. Explicamos. 

É claro que a devoção ao papa é uma exigência da fé. O papa é sucessor de Pedro. Pedro é o chefe visível da Igreja de Cristo. Mas ao papa devemos veneração. Ele fala em nome de Cristo quando usa o poder da cátedra. Fala em nome dele quando ensina dogmaticamente. E ele fala no nome de Cristo não por si. Fala lendo a tradição e a escritura e ouvindo o magistério anterior de Jesus e todos os papas que o antecederam. O papa não pode interpretar contra o que já foi definido e fechado. E seu poder é tão grande que outro papa não pode mudar o que ele confirmou pelo poder de Deus. 

Nisso o veneramos; ele recebeu de Deus o poder de guiar os homens ao perdão e a salvação e de ensinar em nome de Jesus, Nosso Senhor. Veneramos porque ele não é Deus: ele deve ser respeitado mas não adorado ou posto no lugar de Deus. 

Todavia a confusão é tão grande que agora há muitos que, perdidos por conta da crise da Igreja, apostam tudo numa elevação do papa à condição divina. O papa virou Deus. Estamos perante uma papolatria descarada, aberta e abjeta. 

O neocatólico de tendências mais conservadoras, abalado pelo terrível caos que se desenha na sociedade e na vida interna da Igreja - onde pululam os sacerdotes maus, que não ensinam a fé, os pastores que não zelam pela disciplina, que promovem o secularismo e a imoralidade, deixando a peste da heresia espalhar-se pela Igreja - busca um porto seguro. Querendo escorar-se em alguma autoridade ele tenta encontrá-la. E se não acha tal segurança no atual papa ele cria uma imagem irreal e fantasista para fazer dele o "defensor fidei". Tudo que Francisco fala é elevado ao nível do dogma. Uma entrevista dada a uma revista, prenhe de ambiguidades, é colocada no mesmo pé de igualdade de uma definição doutrinal. O papa não pode ter dito isso, é a alegação dos neocatólicos conservadores. O papa, se falou tal coisa, só pode ter sido noutro sentido - ainda que tal sentido não seja o expresso na letra da fala - A mídia deturpou o papa. Francisco é mal assessorado. As desculpas são muitas. No fundo o que buscam é a segurança na ilusão: é como se o papa fosse infalível até quando solta uma nota a um jornalista. 

Não bastasse a canalhice moral desta posição que consiste em  observar com complacência a destruição da Igreja por um clero que, por seus atos e ensinos, não merece veneração mas apenas combate e denúncia pois são lobos que matam ovelhas desavisadas, com seus venenos de heresias, temos também a completa inversão da realidade dos fatos.

Porém a virtude, como ensina Aristóteles e Santo Tomás, está no meio. A virtude depende de uma medida justa. 

A temperança no comer é virtude mas não quando é preciso aumentar o teor da alimentação durante uma doença. Manter o mesmo nível de alimentação numa doença que exige um reforço de proteínas não é virtude mas insanidade mental ou vontade suicida. A virtude da prudência exige que saibamos a hora certa de atacar o inimigo. Mas no momento em que ele nos ataca já não precisamos saber a hora certa: ela está ali patenteada. No instante em que sofremos um ataque a virtude de que precisamos é a da coragem para defendermos nossa vida. 

Logo há virtudes que, em certas circunstâncias, se tornam vícios pela falta ou excesso que representam. Quando a autoridade se porta mal, venerá-la além do devido ao cargo sacro que ocupa, contribuiu para que ela continue a obrar o mal. Quando a autoridade ensina o erro, obedecê-la é suicídio moral, desobedecê-la é um dever perante Deus. Usar de prudência numa hora assim não é respeito mas covardia e leniência com o Diabo. 

Estamos exatamente nestas circunstâncias. É o caso da virtude do devido respeito, veneração ou devoção, decorrente da virtude da religião e do dom da piedade. Ora a virtude da religião e o dom da piedade é, antes de mais nada, orientada a Deus e ao zelo das coisas divinas. Antes de termos a devoção ao papa devemos a devida adoração a Deus e devoção ao papado, instituição deixada por Cristo. O papado é maior que o papa. O papado é uma instituição que traz direitos e deveres. O dever de expor a fé tal como revelada por Cristo. O direito de governar os fiéis na fé. O papa não tem o direito de exercer o papado fora destes limites. Se exercer pode ser questionado e arguido; e se ficar manifesto que está contra o bem comum da Igreja não merece veneração enquanto pessoa privada, embora seu cargo mantenha a dignidade. Se o papa se porta como Lobo deve ser denunciado. 

Nesse caso o bem comum da Igreja se coloca acima do bem devido à pessoa privada ou mesmo à veneração de sua figura em razão de ocupar um cargo sagrado. Nesse contexto é um vício moral recordar a autoridade de origem divina do Papa, isoladamente, para encobrir ou não sanar os males que ele provoca na vida da Igreja, mantendo os fiéis calados quando deveriam falar para que daí redundasse o bem geral da salvação. 

As palavras de Santa Brígida ao mau papa não deixam dúvida quanto ao trato que se deva dar ao mau pontífice que não zela pela Igreja: 

"“Agora declaro meu desgosto para contigo, cabeça de minha Igreja, tu que te sentas em minha cátedra. Concedi este cargo a Pedro e a seus sucessores para que se sentassem com uma tripla dignidade e autoridade: primeiro, para que pudessem ter o poder de ligar e desligar as almas do pecado; segundo, para que pudessem abrir o Céu aos penitentes; terceiro, para que fechassem o Céu aos condenados e àqueles que me desprezam. Mas tu, que deverias estar absolvendo almas e me as oferecendo, és realmente um assassino das minhas almas. Designei Pedro como pastor e servo de minhas ovelhas, mas tu as dispersas e as feres, és pior que Lúcifer. Ele tinha inveja de mim e não perseguiu para matar ninguém mais que a mim, de forma que pudesse governar em meu lugar. Mas tu és o pior, porque não só me matas ao apartar-me de ti por teu mau trabalho senão que, também, matas as almas devido ao teu mau exemplo. Eu redimi almas com meu sangue e te as recomendei como a um amigo fiel. Mas tu as devolves ao inimigo do qual eu as resgatei, és mais injusto que Pilatos. Ele tão somente me condenou à morte. Mas tu não somente me condenas como se Eu fosse um pobre homem indigno, como também condenas as almas de meus eleitos e deixas livres os culpados. Mereces menos misericórdia que Judas. Ele tão somente me vendeu, mas tu, não só me vendes como também vendes as almas de meus eleitos com base em teu próprio proveito e vã reputação. Tu és mais abominável que os judeus. Eles tão somente crucificaram meu corpo, mas tu crucificaste e castigaste as almas de meus eleitos para quem tua maldade e transgressão são mais afiadas que uma espada. Assim, posto que és como Lúcifer, mais injusto que Pilatos, menos digno de misericórdia que Judas e mais abominável que os judeus, meu aborrecimento contigo está justificado."In: Livro das Visões e Revelações de Santa Brígida(Visão de Sta. Brígida e o juízo de Deus a cinco homens simbólicos: do mau papa ao bom católico). Baviera, 1671, com carta introdutória do Cardeal Torquemada(O cardeal declarou isentas de erros as visões de Sta. Brígida que foram autorizadas pelo Santo Ofício).

Vejam bem: a santa chama o mau papa de alguém pior que Lúcifer, Pilatos e Judas! Não nos parece nada leve tal assertiva. 

Portanto o mínimo que se pode dizer a Francisco nesta hora grave, onde a Igreja perde fiéis e vê o crescimento vertiginoso da mentira islâmica, protestante, espírita, agnóstica e secular no mundo, onde seitas diabólicas nascem a cada dia pondo almas e mais almas no inferno graças a um clero que não zela pela verdade, um clero que já não missiona por estar embebido da doutrina maçônica do ecumenismo onde o nome de Jesus é ocultado em nome do bom convívio e da paz civil, são palavras tão duras quanto as que Deus dirigiu ao mau papa na visão da santa. Os católicos que se recusam a dizê-las, nesta hora das trevas, colaboram para o adormecimento da consciência cristã e para a perdição do mundo pois quando o lobo ataca é preciso gritar para salvar as ovelhas. 

Chega desta doentia papolatria que vemos instituída hoje no seio da Santa Igreja! Francisco é inimigo a fé e deve ser deposto por um Sínodo que condene as suas heresias!   

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Santo Agostinho, Nimrod, globalismo e o papel de Kogos, Conde e a direita






Nimrod


Santo Agostinho explica na obra, "A cidade de Deus", comentando o Gênesis da Bíblia, que Nimrod - aquele que era "caçador contra o Senhor" - foi o primeiro soberano da terra. Ele foi o construtor da Torre de Babel( Babel dá origem a Babilônia que significa "confusão"). Ele era caçador, quer dizer, assassino e enganador( pois o caçador espreita disfarçando e mata). A Torre era símbolo do seu reino: o objetivo era fazê-la tão alta como o céu. A torre era a exaltação do poder do homem. Mas o verdadeiro e seguro caminho para elevar-se ao céu é a humildade. Por isso em Jó lemos: choremos ante o Senhor que nos criou. Choremos pois pecamos contra ele. 



Nimrod não chorou mas elevou o espírito ao alto. Por isso Deus confundiu as línguas. Como a palavra é o meio usado para dominar e mandar, Deus abateu a soberba de Nimrod que não quis obedecer os mandamentos, fazendo que seus súditos não entendessem o que ele mandava pela mistura das línguas. E por isso as nações se dividiram e a obra de Nimrod - que consistia em criar um império universal do homem - gorou. 


Isso permite que tiremos daí certas lições: o globalismo atual é a nova torre de Babel; outra que, embora a divisão das nações seja castigo pela soberba e decorrência do pecado, ela é um mal menor perante os projetos imperiais de um reino universal do Homem feito um deus, um reino que sirva aos caprichos dos homens contra a vontade de Deus. Logo, os nacionalismos atuam agora do mesmo modo como outrora: enquanto barreiras ao reino universal do Anticristo - prefigurado por Nimrod. Neste momento histórico só temos dois poderes estruturados capazes de exercer influxo decisivo sobre a sociedade: 

1- Os poderes globalizantes ( ONU, FMI, governo dos EUA, OTAN, ongs internacionais atreladas aos poderes globais, grande capital, movimentos organizados como verdadeiras internacionais - feminismo, movimento gay, institutos liberais, organismos de esquerda, ADL judaica, maçonaria, rotary, etc.). 

2- Os poderes nacionais ( Basicamente as estruturas burocráticas do estado nação). A única maneira de barrar, conter, reverter o avanço da agenda globalizante é se apoiando no estado nação. Não há outra via no momento. Polônia e Hungria estão aí que não nos deixam mentir. É fundando-se no discurso nacional que estão conseguindo preservar a identidade cultural e religiosa do povo.

Evidente que há muitas mãos por trás do projeto globalista mas há que destacar o papel judaico. Sabe-se que os judeus anelam e acreditam em uma era messiânica onde um reino universal de Israel , a englobar e sujeitar todos os povos,  será inaugurado. Há judeus - mais ortodoxos - que esperam isso de uma intervenção divina direta na história ligada a manifestação do "messias" ( Os judeus renegam Cristo como falso messias e esperam ainda a vinda do "verdadeiro" ungido); outros, de linha sionista-racialista, entendem a manifestação deste reino como uma construção política através das ações estratégicas do Estado de Israel para ampliar seu poderio e o domínio racial hebraico sobre outras nações; há também os judeus laicos que, nem sendo sionistas nem religiosos ortodoxos, aderiram a um ideal secular de estado global  em moldes humanitaristas, e que atuam como força motriz desse processo de laicização mundial. Em que pese as diferenças entre os diversos tipos de judeus todos advogam a mesma coisa: o fim dos estados nacionais e o nascimento de um império universal seja ele claramente hebraico - caso dos ortodoxos e sionistas - ou disfarçadamente hebreu - caso dos judeus laicos. 

O anticomunista Leonardo Oliveira, vulgo Conde. Mais um iludido ou alguém que trabalha subterraneamente pelo globalismo? 


É significativo que Naum Goldmann,o dirigente judeu mais poderoso e influente dos últimos tempos, que presidiu ao mesmo tempo a organização sionista mundial e o congresso judeu mundial de 1936 a 1968 tenha dito que:

"A era messiânica se dará quando se possa realizar as idéias sem ocupar o poder, sem que ele exista. Sou o adversário mais endurecido da noção de estado e sobretudo de estado na sua versão moderna. O ideal judaico, as organizações judaicas devem por-se à cabeça daqueles que lutam contra o estado. Esse me parece ser o grande movimento revolucionário do porvir. O judaísmo mundial[...]deve converter-se num movimento revolucionário a favor da abolição do Estado Nacional e da paz" - In: Rivanera Carles, Federico. La última etapa de la globalización: el govierno mundial júdio. Buenos Aires, 2010, p. 28.( Op. cit."Memories: the autobiography of Nahum Goldmann. P. 118-119). 



Basta ligarmos os pontos senhores: vejam qual é o discurso dominante da atual direita que se articula e se organiza hoje no Brasil! 

Menos estado, menos imposto, ou então estado nenhum e imposto algum. Imposto é roubo dirão os seguidores da linha austríaca de economia. Os liberais e seus organismos ecoam a mesma doutrina. MBL e Rodrigo Constantino exaltam o ideário de sua radical redução. Os cupinchas do senhor Olavo de Carvalho, em nome do combate ao PT e ao comunismo, adotam o mesmo ponto de vista. Inclusive Paulo Kogos, o anarcocapitalista "católico", e Conde, o católico liberal, lideram a cruzada antiestado em seus canais do youtube, tentando juntar tudo isso, falsa e grotescamente, a proposições católicas ( Kogos remete ao medievo orgânico onde não havia estado nação e Conde à tradição dos fueros hispânicos, passando a impressão de que defendem um modelo católico de sociedade - o que é efetivamente falso pois a Igreja não se recusou aliar a estados modernos como foi o caso da monarquia lusitana e espanhola, grandes aliadas do papado dos séculos 12 a 17, inclusive tendo um forte papel de contenção do avanço protestante no século 16/17; cabe recordar também que Kogos e Conde advogam que, na hipótese de haver um estado, que ele não deve ter papel moral algum, o que diverge do parecer de Sto. Agostinho e de Leão XIII sobre a necessidade de as leis civis proibirem os vícios)

Kogos, agente judaico consciente ou só um idiota útil ao serviço do globalismo? 


Cremos que não precisamos insistir muito para deixar clara a quem estes senhores servem e para quem trabalham - saibam ou não, sejam agentes conscientes ou apenas idiotas úteis. Não importa que eles não queiram nenhum tipo de estado a governar, nem mesmo o global. O que importa é que, dialeticamente, sua verborragia anti-estado vai favorecer quem tem poder de reorganizar a sociedade sob seu tacão depois que o estado nacional for destroçado, estado nação que é o objeto primeiro da crítica de todos estes sujeitos. A destruição ou enfraquecimento do estado nação é o grande objetivo visado pelas ações subterrâneas da elite global.-judia. 

Quem tiver olhos que veja. 






quinta-feira, 13 de julho de 2017

7 Notas sobre Bolsonaro





1- Ele tem méritos inegáveis quando fala de armar o cidadão, quando é contra as reservas indígenas, contra o kit gay, quando exalta o papel da ditadura militar (que teve o último governo - o de Médici - realmente desenvolvimentista de nossa história), quando fala de uma estatal do Nióbio, etc.

2- Ele erra gravemente quando vai a Israel fazer curso de formação política - ora a ADL judaica é uma das maiores financiadores do casamento gay no mundo, Tel Aviv tem a maior parada gay do Oriente, judeus já conspiraram para criar um estado israelita em Mato Grosso( http://super.abril.com.br/blog/contaoutra/o-plano-obscuro-de-criar-um-estado-judaico-em-mato-grosso-do-sul/), portanto trabalham contra o interesse nacional brasileiro - erra quando defende política da natalidade que é pauta globalista ligada a aborto e ambientalismo, erra quando tende a liberalismo econômico e a americanismo para confrontar o comunismo e etc. Bolsonaro precisa entender que pobreza não é causada por crescimento populacional e que se confronta comunismo com doutrina social da Igreja, que traz o caminho da harmonia entre capital e trabalho. Aplicar liberalismo só aumenta o descontentamento do trabalhador jogando-o no colo dos comunistas. Para evitar isso precisamos da Doutrina social da Igreja que preserva o papel do patrão garantindo o bem estar do trabalhador ao mesmo tempo.

3- Para rearmar o cidadão ele terá de enfrentar o lobby globalista que quer desarmar países e pessoas ( Como mostra Daniel Estulin na obra " A verdadeira história do Clube Bilderberg") e para tal terá que fazer alianças internacionais que tornem o Brasil soberano e auto-suficiente em produção armamentista; neste contexto precisará enfrentar o sistema global financista dominado por judeus. Outrossim, se o Brasil implementar um plano de corrida armamentista Bolsonaro precisará de um plano de longo prazo que resulte em desestrangular o país das sanções internacionais e econômicas que virão em decorrência dela. Na medida em que ele está cada vez mais próximo a esfera de influência de Olavo de Carvalho fica difícil acreditar que ele venha a acordar da inconsciência sobre o papel negativo e decisivo dos EUA e dos Judeus nesse processo. Bolsonaro precisa se afastar do sr. Carvalho que é um agente anti-nacional a serviço dos EUA, de Israel e da Maçonaria. Alguém deve alertar Bolsonaro sobre isso

4- Se Bolsonaro não entender nada disso a tempo e vier a vencer a eleição 2018 ele não vai conseguir nem combater o desarmamentismo nem o indigenismo ou o gayzismo e só vai servir para acirrar os ânimos nacionais, lançando esquerdas e direitas numa guerra fratricida, o que resultará numa possível confrontação civil no país o que interessa diretamente ao globalismo - um dos projetos globalistas é dividir países em que pequenas republiquetas dependentes da ONU e dos órgãos globais. Se assim for, a eleição de Bolsonaro terá servido apenas para desencadear o caos e a destruição final do país.

5- Bolsonaro não tem, agora, base social suficiente para exercer poder caso vença em 2018. Se não conseguir apoio em setores estratégicos - forças armadas, empresariado, classe média, etc - vai ter imensa dificuldade de governar. Sendo assim poderá até ser eleito mas não terá a maioria parlamentar e passaremos 4 anos numa perpétua luta entre executivo e legislativo sem nenhuma definição para o nosso destino nacional. Bolsonaro deve se aproximar da Igreja Católica e de lideranças católicas para obter maior margem de apoio.

6- Bolsonaro está tendendo a assumir posições politicamente corretas para amainar as críticas da mídia. Ora, Trump foi eleito mesmo com as mentira da mídia. Bolsonaro deve explorar o potencial de seus discursos anti-establishment para angariar votos. Embora a mídia seja influente na condução de uma campanha, o fenômeno Trump prova que ela não tem poder absoluto. Amainar o discurso só vai atrair a crítica dos jornalistas que dirão que se trata de oportunismo. É melhor que ele mantenha e sustente o discurso.

7- Bolsonaro nem de longe é um candidato perfeitamente anti-globalista. Tem potencial de se tornar se entender os poderes que estão por trás do globalismo. Muitos dos grupos a quem Bolsonaro está atrelado estão, de uma certa forma, a serviço do globalismo de uma forma sorrateira. O caso Olavo é emblemático. Recentemente descobriu-se a relação entre a direita romena e George Soros. A direita romena é composta de pensadores amigos do sr. Olavo a quem hoje o filho de Jair Bolsonaro (Eduardo Bolsonaro) segue. Olavo também diz que o combate ao homossexualismo deve ser só moral jamais político e que o Estado pode aprovar o casamento gay civil. Ora o homossexualismo é uma agenda mundial que visa enfraquecer povos e destruir as tradições familiares. O combate não pode ser só ao movimento gay mas também a prática gay. Caso Bolsonaro assuma este discurso ele terá o apoio efusivo de católicos e até de protestantes, engrossando sua militância e aumentando suas chances de vitória.