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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Francisco diz que todo cristão é um judeu: o Papa a serviço dos deicidas!

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Francisco beija a mão dos seus mestres. Um papa que serve aos judeus quer mesmo o bem da Igreja? 


Francisco pode ser tido como o papa que defende uma cruzada de apoio ao povo que assassinou Jesus Cristo. Desde o tempo que ele foi arcebispo de Buenos Aires seu papel vem sendo o de absolver os judeus de qualquer culpa em relação a morte de Cristo e de passar a impressão - falsa - de que há muitos laços de união entre cristãos e os apóstatas talmudistas que dizem que Jesus está agora no inferno sendo castigado por demônios em uma vala de fezes. 

Nós já mostramos, aqui no catolicidade( http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2014/06/cristaos-x-judeus-amizade-e-dialogo.html), que a união e o diálogo entre judeus e cristãos é impossível e perigosa, dado o fato de que judeus sempre tramaram e continuam a tramar contra a cristandade católica. 

A ajuda do Papa aos inimigos da Igreja fica evidenciado nesta matéria do Washington Post: 

" CIDADE DO VATICANO - Sublinhando os estreitos laços entre cristianismo e judaísmo e chamando a negação do Holocausto de "loucura", o Papa Francis disse a um entrevistador que "dentro de cada cristão é um judeu".

Em uma ampla entrevista publicada na sexta-feira (13 de junho) no jornal espanhol La Vanguardia, o papa disse que o diálogo entre as duas religiões pode às vezes ser uma "batata quente".

"Acredito que o diálogo inter-religioso deve investigar as raízes judaicas do cristianismo e o florescimento cristão do judaísmo", disse Francis. "Eu entendo que é um desafio, uma batata quente, mas é possível viver como irmãos."

A declaração de Francisco parece ir mais longe do que o seu predecessor, São João Paulo II, que fez as manchetes em 1986 como o primeiro papa a visitar a principal sinagoga de Roma e declarou os judeus como os "irmãos mais velhos" da fé cristã.

"Todos os dias, rezo com os Salmos de Davi. Minha oração é judaica, então tenho a Eucaristia, que é cristã ", acrescentou o pontífice argentino.

O papa também aproveitou a oportunidade para criticar a negação do Holocausto como "loucura", enquanto defendia o registro do Papa Pio XII, que liderou a Igreja Católica Romana durante a Segunda Guerra Mundial.

Em breve, Francisco terá de decidir se deve promover a causa da santidade para o polêmico papa da guerra, que é acusado de não falar publicamente contra o assassinato em massa de judeus. Durante anos, líderes judeus e caçadores nazistas exigiram que o Vaticano abrisse seus arquivos secretos em tempo de guerra.

Francisco disse que estava preocupado com "tudo o que foi lançado no pobre Pio XII", enquanto enfatizava que ele abrigava judeus nos conventos de Roma e outras cidades italianas, bem como a residência de verão dos papas em Castelgolfo.

"Não quero dizer que Pio XII não cometeu erros - eu cometi muitos erros - mas seu papel deve ser lido no contexto da época", disse o Papa".( https://www.washingtonpost.com/national/religion/pope-francis-inside-every-christian-is-a-jew/2014/06/13/775750fc-f324-11e3-8d66-029598e98add_story.html?utm_term=.30d80d2766be). 

A quantidade de "pérolas" do Pontífice é impressionante: ele admite a farsa do holocausto, mentira criada para transformar o judeu na vítima necessitada de todos os direitos e concessões possíveis, a fim de que seu projeto de poder mundial seja tornado factível, diz que Pio XII errou - em quê? - e que cristianismo tem origens judaicas - esquecendo que Jesus repudiou o judaísmo de seu tempo. 

É preciso resistir ao empenho judaizante de Francisco! 


quinta-feira, 18 de maio de 2017

MBL a serviço de Israel


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Sob o mote de, Fora Dilma, Fora PT, combate à corrupção,  o MBL vai trabalhando pela escravização do Brasil aos interesses judaicos



Não é de hoje que falamos da associação espúria entre neodireita, sionismo e maçonaria. Pois bem: o MBL vai realizar o evento "Passando o Brasil a Limpo",  efetivado - pasmem - pela Associação Sionista Brasil Israel! 




A pergunta que fica é: como o MBL pode se apresentar como um movimento que defende a liberdade do Brasil se está associado ao sionismo, que tem um projeto de poder universal, onde todas as nações ficarão sob a batuta de Israel, que é visto, dentro da ideologia sionista, como o Estado Redentor, como o Messias da Humanidade? 

A associação sionista Brasil Israel, em sua página de facebook, deixa claro qual seu objetivo: 



Eles apoiam Israel - incondicionalmente. Ou seja, se houver conflito entre o interesse brasileiro e o de Israel, eles ficarão ao lado de Israel. É esta associação a que o MBL - que diz trabalhar pela libertação do Brasil - se vincula. O que falta para perceber que o MBL está - como toda a neodireita - a serviço de interesses estrangeiros? 

É preciso entender que os judeus agem no mundo em dois pólos opostos, que completam sua obra de desagregação das sociedades. O judeu Eberlin o reconhece na pág. 51 de seu livro  “Les Juifs d’Aujourd’hui”, edição Rider, Paris, 1927: “O cosmopolitismo do agiota torna-se o internacionalismo proletário e revolucionário”. Diz Bernard Lazare que a “alma do judeu é dupla; dum lado é o fundador do capitalismo industrial, financeiro, agiota e especulador, colaborando para a centralização dos capitais destinada a destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a socialização; do outro, combate o capitalismo em nome do socialismo, isto é, da socialização total.” Pelos dois lados, os judeus atingem o mesmo fim. Assim, Trotski e Rothschild “marcam as oscilações do pêndulo judaico”. O plano está claramente delineado mas esse despistamento é realizado sobretudo pela imprensa. Basta reparar como certos jornais em consórcio ou associados manobram ou manipulam a opinião pública em sentidos diversos, quando sua direção geral é única.

Logo senhores que fique claro de uma vez: Escola sem partido, MBL, olavetismo, etc, são modos de ser do mesmo poder judaico que vem se valendo da nova direita no Brasil para impor um culto à Israel e a seus interesses aqui dentro. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Suposto ataque muçulmano em SP e a histeria da nova direita: mais uma armação do globalismo.





Direita SP: mais um órgão a serviço do americanismo e globalismo no Brasil. 




Nós assistimos, ultimamente, a uma onda neodireitista no Brasil que copia cacoetes e temas recorrentes na direita americana. Um destes temas é o do "perigo muçulmano" enquanto faz vista grossa aos autênticos problemas brasileiros. O sonho da nova direita é emplacar, no Brasil, o mesmo tom ideológico das discussões políticas dos EUA. Enquanto a nova esquerda cultural faz seu trabalho trazendo para cá as lutas de liberação feminina e antiracismo - ou seja os mesmos temas da esquerda americana  - acusando nossa cultura nacional de ser machista e racista - a nova direita completa o serviço criando, em nossas terras, o avesso ideológico disso, buscando nos convencer que estamos à beira de uma onda de invasão islâmica. 

O mote para provocar tal histeria coletiva vem sendo a nova lei de imigração no Brasil de autoria de Aloysio Nunes, senador pelo PSDB de SP. Embora o projeto já tramite desde 2015, só agora é que a nova direita resolveu focar de forma mais incisiva sobre o assunto. 

O motivo que a nova direita encontrou para levar a cabo tal projeto é um suposto atentado terrorista que teria ocorrido em SP, no dia 02/05/2017, durante uma manifestação do grupo "Direita São Paulo", um grupo anti-imigração. 

Primeiro falemos sobre o suposto atentado. 

Antes de mais nada devemos definir o que é terrorismo: " Terrorismo é o uso de violência, física ou psicológica, através de ataques localizados a elementos ou instalações de um governo ou da população governada, de modo a incutir medo, pânico e, assim, obter efeitos psicológicos que ultrapassem largamente o círculo das vítimas, incluindo, antes, o resto da população do território ( HOFFMAN, Bruce. Inside terrorism 2006, p. 16)".

Definido o que é terrorismo temos aqui o relato dos fatos ocorridos no suposto atentado: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/05/1880596-lider-do-palestina-para-tods-e-preso-apos-confronto-com-direita-anti-imigracao.shtml

A Folha online mostra, em sua matéria, como pode ser conferido acessando o link; 

1- Que a PM deteve dois palestinos numa briga havida entre eles e o grupo Direita São Paulo

2- Que Zarif, dono de um bar no Bixiga, milita pela causa palestina, ou seja, pela causa da fundação de um estado palestino. A causa palestina envolve a idéia da criação de um estado nacional na Palestina que abrigue a população dos refugiados em decorrência das guerras de conquista de Israel, que, desde os anos 40,  obrigou-os a se deslocarem para Gaza e outras áreas. Ora, entre os refugiados palestinenses há cristãos também. Zarif não milita pela criação de um estado islâmico na Palestina mas por um estado em moldes ocidentais, um estado-nação.   

3- Segundo o grupo Direita São Paulo a agressão partiu dos palestinos mas Nur, amigo palestino de Zarif, apresentava escoriações e ferimentos. 

4- O grupo Direita São Paulo admite que houve trocas de socos e chutes entre os dois lados o que ficou comprovado por um vídeo lançado pelo grupo na internet. 

5- André Petros, líder do grupo, é filho de imigrantes: mãe boliviana e pai grego, mas é anti-imigração de muçulmanos. Segundo Petros, o problema é só um: o fundamentalismo islâmico. 

6- Para Edson Salomão o problema, na verdade, é que os palestinos seriam " Anti-Israel". 


O grupo alega que uma bomba teria sido lançada sobre eles e que um integrante do Direita SP teria se machucado. Mas o vídeo que lançaram na internet não permite muitas conclusões sobre o culpado pelo lançamento: https://www.facebook.com/direitasaopaulo/videos/1162667133837951/?hc_location=ufi

O grupo " Direita São Paulo" está articulado à figuras tarimbadas da nova direita brasileira, como Luiz Philippe de Orleans e Bragança, da dinastia dos Bragança, amigo de liberais e maçons, Bia Kicis, Olavo, etc. O sr. Edson Salomão é protestante e está articulado à família Bolsonaro que, recentemente, teve seu patriarca - o Deputado Jair Bolsonaro - convertido a heresia protestante. 














Pelo que a matéria da Folha expõe, não é possível dizer que houve ataque terrorista: não há provas de que Zarif faça parte de um grupo que articule ataques para desestabilizar um governo ou criar terror psíquico sobre a população como um todo, indo alem dos círculos das vítimas, como bem define Hoffman quando trata da natureza do terrorismo. De modo que fica evidente que o discurso do Direita SP não passa de tentativa de impor uma agenda ao Brasil. Que agenda é esta? 

É a seguinte: nos idos de 2001, G. W. Bush, presidente dos EUA, usou o impacto do ataque às torres gêmeas para justificar não apenas a invasão do Iraque mas para criar o Patriot Act. Ele permitiu, entre outras medidas, que órgãos de segurança e de inteligência dos EUA interceptassem ligações telefônicas e e-mails de organizações e pessoas supostamente envolvidas com o terrorismo, sem necessidade de qualquer autorização da Justiça, sejam elas estrangeiras ou americanas. 

O ato de Bush abriu caminho significativo para que um controle informacional seja exercido de forma direta e ilimitada sobre todos. Criou, em suma, a base e a justificação para uma vigilância mundial, o que abre vias para um governo mundial. A mídia mundialista passou, nas últimas décadas, a tratar o terrorismo muçulmano como guerra contra um inimigo sem estado; sendo assim a guerra vira um empreendimento mundializado, a-territorial, ilimitado e global. Há uma inimigo comum a ser combatido e para ele é preciso tomar medidas comuns, o que exige um governo global. 

Sobre este governo global há duas tendências: uma que quer fundá-lo em órgãos globais como ONU, etc - linha esta que estaria mais atrelada ao partido democrata dos EUA, uma linha mais progressista e igualitária, favorável a abertura indiscriminada de fronteiras - e outra que quer que este governo global seja o Império Americano - linha atrelada aos neocons americanos, à extrema direita do partido republicano e ao Tea Party, que quer espalhar as liberdades e a cultura americana pelo mundo de forma a dominar, mental e economicamente, povos e civilizações. Ambas as tendências usam o mote do "terrorismo como problema global" para impor a sua agenda. No caso do Direita SP o que está em jogo é a promoção da linha republicana e neoconservadora. A insistência do grupo em falar de Israel e Trump é proposital. Basta lembrarmos do fato de que Trump - atual presidente dos EUA - é o presidente americano mais pró-Israel dos últimos tempos. 

Não podemos esquecer que Israel é bastião dos EUA no Oriente Médio, assim como boa parte da elite econômica americana é feita de judeus. Quando G. W. Bush chegou ao poder as empresas que mais doaram para sua campanha foram empresas de famílias judaicas como a Morgan Stanley,  Goldman Sachs,  Lehman Brothers e Bear Sterns, que ficaram entre os dez maiores doadores. Trump não é diferente: seu governo tem vários judeus em postos chave como podemos ver aqui: http://glorinhacohen.com.br/?p=34783. 

Portanto o objetivo do Direita SP é nada mais, nada menos, que acostumar o público brasileiro com a idéia de uma ameaça muçulmana generalizada e, junto a isso, fazer crer que a saída é nos identificarmos com a causa de Israel e com as pautas do partido republicano. 

A narrativa do Direita SP se mostra ainda mais absurda quando vemos que Zarif é dono de um bar onde bebida alcoólica é vendida, como verificamos aqui( http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2016/11/1829396-imigrantes-trazem-novidades-gastronomicas-e-culturais-a-sao-paulo-veja-guia.shtml); lembremos que o Islam proíbe o consumo deste tipo de bebidas pelos adeptos, o que prova que Zarif está longe de ser um fundamentalista islâmico como o Direita SP tenta fazer parecer. 


O foco do grupo vem sendo, ultimamente, fazer manifestações contra a nova lei da imigração que, de fato, tem problemas, como a abertura de nossas fronteiras e o fim do critério de segurança nacional,  para selecionar quem entre e fica, existente na lei de imigração da época militar. Esta agenda abarca a linha democrata do globalismo; contra  tal linha o Direita SP nos quer fazer engolir o globalismo da Doutrina Monroe americanista falando dum perigo imediato de invasão muçulmana, criando assim uma identidade entre nossos problemas e os dos EUA. Na medida em que isso acontece passamos a ter nossa política pautada no ponto de vista americano e é isso, exatamente isto, que a nova direita quer.

 Sobre esta questão candente de imigração algumas coisas devem ser lembradas: 

1- Não há um problema migratório no Brasil. Temos apenas 0,9 % de imigrantes em nossa população, a maioria, regular. 

2- O número de muçulmanos no Brasil é de 0,5%, cerca de um milhão. Um número pequeno e que mostra que a curto ou médio prazo não há a mínima chance de nos islamizarmos. 

3- A maior parte dos migrantes que vem para cá são haitianos ou bolivianos; recentemente tivemos o aumento de venezuelanos entrando aqui. Estes imigrantes tiram empregos de trabalhadores brasileiros pois recebem menos, são mão de obra barata. Se a nova lei da imigração passar a ameaça real será aos empregos dos brasileiros em razão dos riscos duma invasão de hispano-americanos pobres de países vizinhos. ( http://exame.abril.com.br/brasil/o-panorama-da-imigracao-no-brasil/)

4- Não temos fronteiras com países islâmicos. Não estamos envolvidos em conflitos com países islâmicos que nos torne foco de ataques jihadistas. Não gozamos de um estado de bem estar social como Europa e América do Norte que atraia imigrantes. Não existe perigo muçulmano imediato aqui, portanto. 

Desta maneira fica claro que o grupo Direita SP é só mais um "cachorro doido" treinado pela nossa nova direita, para explorar o tema do perigo muçulmano a fim de que perigos reais - como a sujeição do pais a organismos financeiros internacionais, nosso subdesenvolvimento em razão de nossa sujeição ao capital americano e global, a expansão das seitas protestantes que destroem nossa malha religiosa e social católica, etc - não sejam conhecidos e compreendidos. Afinal, o que interessa a nova direita é que o Brasil vire colônia dos interesses de judeus, americanos e protestantes. Com a alegação do Direita SP sobre o suposto "primeiro atentado muçulmano terrorista no Brasil" fomos postos na lista de países que "sofrem" com o perigo muçulmano, desculpa usada para estender as garras da Nova Ordem Mundial.

 Estejamos atentos.