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quinta-feira, 13 de julho de 2017

7 Notas sobre Bolsonaro





1- Ele tem méritos inegáveis quando fala de armar o cidadão, quando é contra as reservas indígenas, contra o kit gay, quando exalta o papel da ditadura militar (que teve o último governo - o de Médici - realmente desenvolvimentista de nossa história), quando fala de uma estatal do Nióbio, etc.

2- Ele erra gravemente quando vai a Israel fazer curso de formação política - ora a ADL judaica é uma das maiores financiadores do casamento gay no mundo, Tel Aviv tem a maior parada gay do Oriente, judeus já conspiraram para criar um estado israelita em Mato Grosso( http://super.abril.com.br/blog/contaoutra/o-plano-obscuro-de-criar-um-estado-judaico-em-mato-grosso-do-sul/), portanto trabalham contra o interesse nacional brasileiro - erra quando defende política da natalidade que é pauta globalista ligada a aborto e ambientalismo, erra quando tende a liberalismo econômico e a americanismo para confrontar o comunismo e etc. Bolsonaro precisa entender que pobreza não é causada por crescimento populacional e que se confronta comunismo com doutrina social da Igreja, que traz o caminho da harmonia entre capital e trabalho. Aplicar liberalismo só aumenta o descontentamento do trabalhador jogando-o no colo dos comunistas. Para evitar isso precisamos da Doutrina social da Igreja que preserva o papel do patrão garantindo o bem estar do trabalhador ao mesmo tempo.

3- Para rearmar o cidadão ele terá de enfrentar o lobby globalista que quer desarmar países e pessoas ( Como mostra Daniel Estulin na obra " A verdadeira história do Clube Bilderberg") e para tal terá que fazer alianças internacionais que tornem o Brasil soberano e auto-suficiente em produção armamentista; neste contexto precisará enfrentar o sistema global financista dominado por judeus. Outrossim, se o Brasil implementar um plano de corrida armamentista Bolsonaro precisará de um plano de longo prazo que resulte em desestrangular o país das sanções internacionais e econômicas que virão em decorrência dela. Na medida em que ele está cada vez mais próximo a esfera de influência de Olavo de Carvalho fica difícil acreditar que ele venha a acordar da inconsciência sobre o papel negativo e decisivo dos EUA e dos Judeus nesse processo. Bolsonaro precisa se afastar do sr. Carvalho que é um agente anti-nacional a serviço dos EUA, de Israel e da Maçonaria. Alguém deve alertar Bolsonaro sobre isso

4- Se Bolsonaro não entender nada disso a tempo e vier a vencer a eleição 2018 ele não vai conseguir nem combater o desarmamentismo nem o indigenismo ou o gayzismo e só vai servir para acirrar os ânimos nacionais, lançando esquerdas e direitas numa guerra fratricida, o que resultará numa possível confrontação civil no país o que interessa diretamente ao globalismo - um dos projetos globalistas é dividir países em que pequenas republiquetas dependentes da ONU e dos órgãos globais. Se assim for, a eleição de Bolsonaro terá servido apenas para desencadear o caos e a destruição final do país.

5- Bolsonaro não tem, agora, base social suficiente para exercer poder caso vença em 2018. Se não conseguir apoio em setores estratégicos - forças armadas, empresariado, classe média, etc - vai ter imensa dificuldade de governar. Sendo assim poderá até ser eleito mas não terá a maioria parlamentar e passaremos 4 anos numa perpétua luta entre executivo e legislativo sem nenhuma definição para o nosso destino nacional. Bolsonaro deve se aproximar da Igreja Católica e de lideranças católicas para obter maior margem de apoio.

6- Bolsonaro está tendendo a assumir posições politicamente corretas para amainar as críticas da mídia. Ora, Trump foi eleito mesmo com as mentira da mídia. Bolsonaro deve explorar o potencial de seus discursos anti-establishment para angariar votos. Embora a mídia seja influente na condução de uma campanha, o fenômeno Trump prova que ela não tem poder absoluto. Amainar o discurso só vai atrair a crítica dos jornalistas que dirão que se trata de oportunismo. É melhor que ele mantenha e sustente o discurso.

7- Bolsonaro nem de longe é um candidato perfeitamente anti-globalista. Tem potencial de se tornar se entender os poderes que estão por trás do globalismo. Muitos dos grupos a quem Bolsonaro está atrelado estão, de uma certa forma, a serviço do globalismo de uma forma sorrateira. O caso Olavo é emblemático. Recentemente descobriu-se a relação entre a direita romena e George Soros. A direita romena é composta de pensadores amigos do sr. Olavo a quem hoje o filho de Jair Bolsonaro (Eduardo Bolsonaro) segue. Olavo também diz que o combate ao homossexualismo deve ser só moral jamais político e que o Estado pode aprovar o casamento gay civil. Ora o homossexualismo é uma agenda mundial que visa enfraquecer povos e destruir as tradições familiares. O combate não pode ser só ao movimento gay mas também a prática gay. Caso Bolsonaro assuma este discurso ele terá o apoio efusivo de católicos e até de protestantes, engrossando sua militância e aumentando suas chances de vitória.

4 comentários:

  1. Esqueçam o Bolsonaro! Ele já deixou bem claro que não pretende retroceder. É um caso perdido.

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  2. "Ele tem méritos inegáveis quando fala de armar o cidadão..." Quanta hipocrisia, um site católico a favor do armamento, a quem foi dado o direito de tirar uma vida? Onde está o amar ao próximo, ou oferecer a outra face?

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    Respostas
    1. Legitima defesa é valido sim.Se não fosse por isso a Europa já seria islâmica há muito tempo.

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  3. Não sou católica, mas acalmem-se! Acho que o autor do texto foi irônico, para mostrar que essa criatura não tem a ínfima chance de governar o país!!

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